Case · E-commerce de clube de futebol
Faturamento que oscila 4,7× — recuperação que funciona nos dois extremos.
O e-commerce oficial de um grande clube brasileiro fatura quase cinco vezes mais no pico do calendário do que no vale. A recuperação de pagamentos da UBLE já devolveu R$ 150 mil ao caixa — entregando valor no mês de pico e o melhor percentual da série justamente no mês de menor faturamento.
O cliente
Um e-commerce que vive do calendário.
O e-commerce oficial de um grande clube de futebol brasileiro. Não vende o ano inteiro no mesmo ritmo: vive de lançamento de camisa, sequência de vitórias, clássico e final — e some nos intervalos.
O problema
A volatilidade cria dois problemas ao mesmo tempo.
No pico, o volume de pagamentos que falham cresce junto com as vendas — e ninguém tem equipe sobrando para tratar isso manualmente. No vale, cada venda perdida pesa muito mais sobre um faturamento menor.
Some-se a isso a natureza da compra: o torcedor compra no calor do momento — depois do gol, do título, do lançamento da camisa. Se o pagamento falha, o momento passa — e a camisa não é comprada depois.
Isso não é recuperação de carrinho abandonado.
Carrinho acontece antes do checkout, quando o torcedor ainda não decidiu. Aqui houve tentativa de pagamento — e ela falhou. É outro problema, com outra solução.
Como a UBLE atua
Recuperamos o que o gateway e as retentativas não conseguem.
A UBLE não substitui o gateway — complementa. Opera de forma passiva sobre os pagamentos que já falharam e traz de volta a receita que estava perdida.
Cada falha, em tempo real
Monitoramos os pagamentos que falham e classificamos por motivo e impacto financeiro — sem trocar o gateway e sem projeto de integração pesado para o time do clube.
No canal certo, sem esperar
Acionamos o torcedor por WhatsApp, SMS e e-mail com link para um checkout pronto e mensagem adaptada ao motivo da falha — enquanto o momento da compra ainda está de pé.
Receita de volta ao caixa
A venda dada como perdida se concretiza. Receita recuperada, CAC diluído sobre pedidos que já custaram para chegar ao checkout, e um torcedor com a camisa que queria em vez de uma compra frustrada.
Os resultados
Recuperação e faturamento, março a agosto de 2026.
| Mês | % do faturamento | vs. meta 2% | Faturamento |
|---|---|---|---|
| Março | 1,24% | −38% | 100 |
| Abril | 1,51% | −25% | 34 |
| Maio | 2,41% | +21% | 25 |
| Junho | 1,89% | −6% | 24 |
| Julho | 1,81% | −10% | 24 |
| Agosto | 2,57% | +29% | 21 |
| Total recuperado | R$ 150 mil | — | — |
Faturamento expresso como índice relativo (março = 100) para preservar os números do cliente. Números conciliados mensalmente com o time financeiro do clube.
A leitura da curva
A recuperação nos três cenários.
Março foi o mês de maior faturamento do período — e também o de maior recuperação em valor: o dobro de qualquer outro mês da série. Quando o volume de vendas explode, o volume de pagamentos que falham explode junto. É exatamente aí que a recuperação devolve mais dinheiro ao caixa, sem exigir mais gente na operação.
Junho e julho trouxeram a Copa do Mundo. Para um clube, Copa não soma: ela desvia a atenção do torcedor para a seleção e derruba a venda de produto oficial. O faturamento caiu — e a recuperação se manteve perto de 1,9% do que restou, sem acompanhar a queda na mesma proporção.
Agosto teve o menor faturamento do período e entregou o melhor percentual da série: 2,57%. Quanto menor a receita, mais cada venda recuperada pesa no resultado do mês. A camada de recuperação vale mais, e não menos, quando o mercado está fraco.
A curva do percentual dobrou: de 1,24% para 2,57%.
O faturamento do clube caiu para um quinto no mesmo período. São movimentos independentes — e é esse o ponto. A recuperação não depende de o mês ser bom: ela trabalha sobre a receita que já chegou ao checkout, qualquer que seja o tamanho dela.
O que aprendemos
O que operações sazonais devem observar.
- O pico multiplica a falha, não só a venda. No mês de maior movimento, o volume de pagamentos que falham cresce na mesma proporção — e é quando menos existe gente disponível para tratar isso manualmente.
- Compra por impulso emocional não espera. O torcedor compra no calor do jogo ou do lançamento. Se o pagamento falha, o momento passa. A janela de recuperação precisa ser curta.
- No vale, a receita perdida é a mais barata de buscar. Ela já passou pela mídia e já chegou ao checkout. Em mês fraco, recuperá-la não exige aumentar investimento em aquisição.
- Choque externo não anula a camada. Um evento que derruba o faturamento — uma Copa, uma eliminação, um calendário vazio — reduz a base, mas não a taxa de recuperação sobre ela.
Sua operação também perde receita no checkout
Quanto do seu faturamento está parando no checkout?
Em média, 35% da receita perdida no checkout é recuperável. A UBLE monitora essas falhas em tempo real e recupera essas vendas automaticamente — sem trocar o gateway e sem demandas para o seu time.
A ativação é feita sobre a operação de pagamentos que já está rodando. Sem troca de gateway, sem projeto de integração e sem demanda para o time do clube — com os primeiros resultados visíveis em até 24 horas.
UBLE Inteligência em Pagamentos LTDA · uble.ai