Case · Joias e acessórios premium
R$ 394 mil recuperados em 3 meses, com 3,00% de aumento no faturamento já no primeiro mês completo.
Um varejista brasileiro de joias e acessórios premium ativou a recuperação de pagamentos da UBLE e chegou a 3,00% de aumento no faturamento no primeiro mês completo de operação. Nos meses seguintes — Copa do Mundo e ano eleitoral, o calendário mais difícil que o e-commerce brasileiro viu em anos — o patamar não caiu.
O cliente
Um varejista onde a venda perdida não volta.
Varejista brasileiro de joias e acessórios premium, com operação de e-commerce própria e ticket médio muito acima da média do varejo online. Grande parte das vendas é presente com data marcada — o que muda completamente o custo de um pagamento recusado.
O problema
Uma em cada três tentativas de pagamento não virava venda.
A taxa de aprovação de pagamentos da operação estava em 66,96%. Em joias, onde o ticket é alto e a compra costuma ser presente com data marcada, cada pagamento que não passa não é só uma venda a menos — é uma venda que não tem segunda chance. Passado o Dia das Mães, o Dia dos Namorados ou o Natal, o cliente não volta.
Insuficiência de saldo era o segundo maior motivo de recusa, com 513 pedidos no período analisado. Não é um consumidor sem intenção de comprar: é um consumidor decidido, com limite insuficiente para um ticket alto de uma só vez.
Isso não é recuperação de carrinho abandonado.
Carrinho acontece antes do checkout, quando o consumidor ainda não decidiu. Aqui houve tentativa de pagamento — e ela falhou. É outro problema, com outra solução.
Como a UBLE atua
Recuperamos o que o gateway e as retentativas não conseguem.
A UBLE não substitui o gateway — complementa. Opera de forma passiva sobre os pagamentos que já falharam e traz de volta a receita que estava perdida.
Cada falha, em tempo real
Monitoramos os pagamentos que falham e classificamos por motivo e impacto financeiro — sem trocar o gateway e sem projeto de integração pesado para o time do varejista.
O caminho que resolve a falha
Acionamos o consumidor por WhatsApp, SMS e e-mail com link para um checkout pronto. Quando o motivo é falta de saldo, a mensagem sugere a saída concreta: dividir em dois meios, ou PIX parcelado.
Receita de volta ao caixa
A venda dada como perdida se concretiza. Receita recuperada, CAC diluído sobre pedidos que já custaram para chegar ao checkout, ROAS otimizado e um cliente que compra em vez de ir ao concorrente.
Os resultados
Aumento no faturamento com a recuperação, abril a setembro de 2026.
| Mês | Aumento no faturamento | vs. meta de 2% |
|---|---|---|
| Abril (ativação, 3 dias) | 1,08% | — |
| Maio | 3,00% | +50% |
| Junho | 2,55% | +28% |
| Julho | 2,50% | +25% |
| Agosto | 5,14% | +157% |
| Setembro (parcial) | 5,18% | +159% |
| Média dos 3 meses completos | 2,68% | +34% |
Meses completos de operação: maio, junho e julho de 2026, somando R$ 394 mil recuperados. Abril conta os 3 dias desde a ativação, em 28/04, e setembro vai até 19/09. De abril a 19/09, R$ 679 mil recuperados. Aumento no faturamento = valor recuperado ÷ faturamento sem a recuperação. Números conciliados mensalmente com o time do cliente.
A leitura da curva
Três coisas que esses números mostram.
Não houve período longo de calibragem. No primeiro mês completo a operação já entregou 3,00% de aumento no faturamento, 50% acima do patamar que consideramos mínimo aceitável. O aprendizado do modelo sobre o perfil do consumidor aconteceu em semanas, não em trimestres.
Junho e julho trouxeram Copa do Mundo, festas juninas e um ano eleitoral — o e-commerce brasileiro inteiro sentiu. Mesmo assim a recuperação não caiu abaixo de 2,50% em nenhum mês. Quando o mercado encolhe, a receita que já estava no checkout passa a valer proporcionalmente mais.
Agosto fechou em 5,14%, e setembro, ainda parcial, está em 5,18%: os dois melhores meses da série. O ganho veio de ações desenhadas sobre o diagnóstico: mensagens que sugerem combinação de meios de pagamento e alternativas para quem esbarrou em limite de cartão.
O melhor mês é o mais recente.
Isso é o oposto do que costuma acontecer com ferramenta de conversão, onde o ganho aparece na novidade e decai com o tempo. Aqui a curva sobe porque cada mês de operação alimenta o diagnóstico do mês seguinte — e o teto ainda não apareceu.
O que aprendemos
O que o varejo de alto ticket deve observar.
- Falta de saldo não é falta de intenção. Foi o segundo maior motivo de recusa, com 513 pedidos no período. O cliente quer comprar e não consegue pagar de uma vez — resolver isso é oferecer o caminho, não insistir na venda.
- Presente tem data e não tem segunda chance. Em datas comemorativas, o pagamento recusado não vira venda adiada: vira venda perdida. A janela de recuperação precisa ser curta.
- Combinação de meios eleva o ticket em 23%. Pedidos pagos com dois meios fecharam em R$ 1.600 contra R$ 1.300 na média. Quem consegue dividir, compra mais.
- Em ano ruim, a receita perdida é a mais barata de buscar. Ela já passou pela mídia, já passou pelo site e já chegou ao checkout. Recuperá-la não exige aumentar investimento em aquisição.
Sua operação também perde receita no checkout
Quanto do seu faturamento está parando no checkout?
Em média, 35% da receita perdida no checkout é recuperável. A UBLE monitora essas falhas em tempo real e recupera essas vendas automaticamente — sem trocar o gateway e sem demandas para o seu time.
A ativação é feita sobre a operação de pagamentos que já está rodando. Sem troca de gateway, sem projeto de integração e sem demanda para o time do lojista — com os primeiros resultados visíveis em até 24 horas.
UBLE Inteligência em Pagamentos LTDA · uble.ai