Case · Varejo de eletrodomésticos
R$ 355 mil de receita recuperada em 90 dias.
Um grande varejista brasileiro de eletrodomésticos e eletroportáteis aumentou de 0,21% para 1,85% do faturamento em receita recuperada no checkout — em três meses, sem trocar de gateway, sem projeto de integração, sem alocar time, além da recuperação de carrinho.
O cliente
Um varejista onde cada recusa custa caro.
Grande varejista brasileiro de eletrodomésticos e eletroportáteis, com operação de e-commerce própria e ticket médio bem acima da média do varejo online. Em um negócio assim, a decisão de compra é demorada e o valor de cada pedido é alto — o que torna cada pagamento que falha uma perda desproporcional.
O problema
Uma em cada três tentativas de pagamento não virava venda.
A taxa de aprovação de pagamentos da operação estava em 64,31% — depois de o consumidor já ter escolhido o produto, preenchido os dados e decidido comprar. A mídia que trouxe esse cliente até o checkout já tinha sido paga. A venda, não.
As falhas que geram essa perda são conhecidas, concretas e não se resolvem com retentativa de gateway:
Isso não é recuperação de carrinho abandonado.
Carrinho acontece antes do checkout, quando o consumidor ainda não decidiu. Aqui houve tentativa de pagamento — e ela falhou. É outro problema, com outra solução.
Como a UBLE atua
Recuperamos o que o gateway e as retentativas não conseguem.
A UBLE não substitui o gateway — complementa. Opera de forma passiva sobre os pagamentos que já falharam e traz de volta a receita que estava perdida.
Cada falha, em tempo real
Monitoramos os pagamentos que falham e classificamos por motivo e impacto financeiro — sem trocar o gateway e sem projeto de integração pesado para o time do varejista.
O canal certo, com o caminho pronto
Para cada venda recuperável, acionamos o consumidor por WhatsApp, SMS e e-mail, com comunicação personalizada e link para um checkout pronto — tirando o atrito de concluir a compra que travou.
Receita de volta ao caixa
A venda dada como perdida se concretiza. Receita recuperada, CAC diluído sobre pedidos que já custaram para chegar ao checkout, ROAS otimizado e um cliente que compra em vez de ir ao concorrente.
Os resultados
A curva de rampa, março a maio de 2026.
| Mês | Recuperado | % do faturamento | vs. mês anterior |
|---|---|---|---|
| Março (21 dias) | R$ 24 mil | 0,21% | — |
| Abril | R$ 101 mil | 1,00% | 4,2× |
| Maio | R$ 230 mil | 1,85% | 2,3× |
| Total em 90 dias | R$ 355 mil | — | 9,5× |
Números conciliados mensalmente pelo time financeiro do cliente. Março contempla 21 dias de operação.
Mês a mês
O que aconteceu em cada etapa.
O primeiro mês veio abaixo do esperado — e a causa foi encontrada rápido: 55% das mensagens não estavam sendo entregues. Também identificamos um redirecionamento no domínio do cliente que derrubava o carrinho de quem clicava. Dois problemas invisíveis para o varejista, que estavam consumindo a operação inteira.
Reclassificamos o tipo de mensagem e a falha de entrega caiu para perto de zero. Corrigimos o redirecionamento. A recuperação saltou 4,2× e o percentual de vendas diretas — aquelas em que o consumidor clica no nosso link e conclui a compra — subiu de 40% para 59%.
Com os gargalos resolvidos, os modelos passaram a otimizar canal, horário e abordagem para o perfil do consumidor da loja. 223 vendas recuperadas, ticket médio de R$ 986 e 1,85% do faturamento de volta ao caixa — 92% da meta de 2% definida para o fim da rampa.
Por que o primeiro mês importa neste case.
Um mês inicial fraco costuma ser omitido em material comercial. Aqui ele é o argumento principal: os R$ 230 mil do terceiro mês não vieram de sorte, vieram de diagnóstico. Recuperar pagamento recusado exige entender código de recusa, comportamento de adquirente e entregabilidade de mensagem — e é esse trabalho, não a ferramenta, que separa 0,21% de 1,85%.
O que aprendemos
O que o varejo de eletrodomésticos deve observar.
- A falha se concentra no pedido mais caro. O ticket médio das vendas recuperadas foi de R$ 986, contra R$ 747 da operação no mesmo período — 32% acima. Não é receita marginal: é a parte mais valiosa do faturamento que estava ficando para trás.
- Taxa de aprovação na casa dos 60% é comum e passa despercebida. Sem uma camada olhando falha por falha, ninguém no time percebe o tamanho da receita perdida.
- PIX e boleto concentram perda silenciosa. Em compras de valor alto, o consumidor gera o PIX ou o boleto e não paga — e essa venda não aparece em nenhum relatório de recusa de cartão.
- Existe uma rampa. Cada e-commerce tem particularidades técnicas próprias. Os primeiros 90 dias são de calibragem — e os ganhos maiores vêm depois dela, não antes.
Sua operação também perde receita no checkout
Quanto do seu faturamento está parando no checkout?
Em média, 35% da receita perdida no checkout é recuperável. A UBLE monitora essas falhas em tempo real e recupera essas vendas automaticamente — sem trocar o gateway e sem demandas para o seu time.
A UBLE tem integração nativa com a Wake. A ativação é feita sobre a operação de pagamentos que já está rodando — primeiros resultados visíveis em até 24 horas.
UBLE Inteligência em Pagamentos LTDA · uble.ai