Faturamento que oscila 4,2×. Recuperação que funciona nos dois extremos.
O e-commerce oficial do Grêmio recuperou R$ 170 mil em pagamentos de março a agosto de 2026: o maior valor no mês de pico e o melhor percentual em agosto, com o faturamento a menos de um terço do pico.
Um e-commerce movido pela paixão do torcedor.
E-commerce próprio D2C de produtos oficiais do Grêmio, com operação da UBLE desde março de 2026.
A venda não segue o mesmo ritmo o ano inteiro. Vive de lançamento de camisa, sequência de vitórias, clássico e final, e desacelera entre um momento e outro.
A volatilidade cria dois problemas ao mesmo tempo.
No pico, o volume de pagamentos que falham cresce junto com as vendas, e ninguém tem equipe sobrando para tratar isso manualmente. No vale, cada venda perdida pesa muito mais sobre um faturamento menor.
O torcedor compra no calor do momento: depois do gol, do título, do lançamento da camisa. Se o pagamento falha, o momento passa, e a camisa não é comprada depois.
PIX não pago ou expirado, boleto vencido, falta de saldo, dados incorretos e erro no checkout. Não é lembrete para quem desistiu da compra: aqui houve tentativa de pagamento, e ela falhou.
Como a UBLE atuou.
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Identificou cada falha
Motivo e impacto financeiro de cada pagamento não concluído, em tempo real, sem trocar o gateway e sem projeto de integração.
- 2
Levou o torcedor de volta
WhatsApp, SMS e e-mail com link para um checkout pronto, enquanto o momento da compra ainda está de pé.
- 3
Devolveu a receita ao caixa
A venda dada como perdida se concretiza, sobre pedidos que já custaram para chegar ao checkout.
A recuperação nos três cenários.
O valor
Março teve o maior faturamento do período e também a maior recuperação em valor da série. Quando as vendas explodem, as falhas explodem junto, e a recuperação devolve mais sem exigir mais gente.
A resistência
Junho e julho trouxeram a Copa do Mundo, que desvia a atenção do torcedor para a seleção. O faturamento caiu, e a recuperação se manteve perto de 1,8% do que restou.
A eficiência
Com o faturamento em um quarto de março, a recuperação ficou acima de 1,7%. Em agosto, ainda a 31% do pico, veio o melhor percentual da série: 3,35%.
O percentual mais que dobrou: de 1,53% para 3,35%.
No mesmo período, o faturamento do clube caiu para menos de um terço. São movimentos independentes, e esse é o ponto.
A recuperação não depende de o mês ser bom: trabalha sobre a receita que já chegou ao checkout, qualquer que seja o tamanho dela.
O que operações sazonais devem observar.
O pico multiplica a falha, não só a venda
No mês de maior movimento, as falhas crescem na mesma proporção, justo quando menos existe gente para tratá-las.
Compra por impulso não espera
Se o pagamento falha, o momento passa. A janela de recuperação precisa ser curta.
No vale, a receita perdida é a mais barata de buscar
Ela já passou pela mídia e já chegou ao checkout. Recuperá-la não exige mais investimento em aquisição.
Choque externo não anula a recuperação
Uma Copa, uma eliminação ou um calendário vazio reduzem a base, mas não a taxa de recuperação sobre ela.
Dados de operação real do Grêmio, de março a agosto de 2026, conciliados mensalmente com o time financeiro do clube.