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Faturamento que oscila 4,2×. Recuperação que funciona nos dois extremos.

O e-commerce oficial do Grêmio recuperou R$ 170 mil em pagamentos de março a agosto de 2026: o maior valor no mês de pico e o melhor percentual em agosto, com o faturamento a menos de um terço do pico.

R$ 170 milrecuperados de março a agosto de 2026
3,35%de aumento no faturamento no melhor mês, 68% acima da meta de 2%
4,2×de amplitude entre o mês de maior e o de menor faturamento

Um e-commerce movido pela paixão do torcedor.

E-commerce próprio D2C de produtos oficiais do Grêmio, com operação da UBLE desde março de 2026.

A venda não segue o mesmo ritmo o ano inteiro. Vive de lançamento de camisa, sequência de vitórias, clássico e final, e desacelera entre um momento e outro.

A volatilidade cria dois problemas ao mesmo tempo.

No pico, o volume de pagamentos que falham cresce junto com as vendas, e ninguém tem equipe sobrando para tratar isso manualmente. No vale, cada venda perdida pesa muito mais sobre um faturamento menor.

O torcedor compra no calor do momento: depois do gol, do título, do lançamento da camisa. Se o pagamento falha, o momento passa, e a camisa não é comprada depois.

PIX não pago ou expirado, boleto vencido, falta de saldo, dados incorretos e erro no checkout. Não é lembrete para quem desistiu da compra: aqui houve tentativa de pagamento, e ela falhou.

Como a UBLE atuou.

  1. 1

    Identificou cada falha

    Motivo e impacto financeiro de cada pagamento não concluído, em tempo real, sem trocar o gateway e sem projeto de integração.

  2. 2

    Levou o torcedor de volta

    WhatsApp, SMS e e-mail com link para um checkout pronto, enquanto o momento da compra ainda está de pé.

  3. 3

    Devolveu a receita ao caixa

    A venda dada como perdida se concretiza, sobre pedidos que já custaram para chegar ao checkout.

A recuperação nos três cenários.

No pico

O valor

Março teve o maior faturamento do período e também a maior recuperação em valor da série. Quando as vendas explodem, as falhas explodem junto, e a recuperação devolve mais sem exigir mais gente.

No choque

A resistência

Junho e julho trouxeram a Copa do Mundo, que desvia a atenção do torcedor para a seleção. O faturamento caiu, e a recuperação se manteve perto de 1,8% do que restou.

No vale

A eficiência

Com o faturamento em um quarto de março, a recuperação ficou acima de 1,7%. Em agosto, ainda a 31% do pico, veio o melhor percentual da série: 3,35%.

O percentual mais que dobrou: de 1,53% para 3,35%.

No mesmo período, o faturamento do clube caiu para menos de um terço. São movimentos independentes, e esse é o ponto.

A recuperação não depende de o mês ser bom: trabalha sobre a receita que já chegou ao checkout, qualquer que seja o tamanho dela.

O que operações sazonais devem observar.

O pico multiplica a falha, não só a venda

No mês de maior movimento, as falhas crescem na mesma proporção, justo quando menos existe gente para tratá-las.

Compra por impulso não espera

Se o pagamento falha, o momento passa. A janela de recuperação precisa ser curta.

No vale, a receita perdida é a mais barata de buscar

Ela já passou pela mídia e já chegou ao checkout. Recuperá-la não exige mais investimento em aquisição.

Choque externo não anula a recuperação

Uma Copa, uma eliminação ou um calendário vazio reduzem a base, mas não a taxa de recuperação sobre ela.

Dados de operação real do Grêmio, de março a agosto de 2026, conciliados mensalmente com o time financeiro do clube.

Quanto do seu faturamento está parando no checkout?

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